A Companhia de Policiamento Rodoviário (CPRv) registrou na madrugada de ontem mais um acidente fatal, por causa de animais na pista. O caso ocorreu no distrito de Cangati, em Mombaça, no Sertão Cearense, a 293 quilômetros de Fortaleza.
Segundo a Polícia, o condutor da moto, de 50 anos, não conseguiu evitar o choque, depois que um jumento invadiu o trecho da pista da CE-060, a dois quilômetros da sede do município. A doméstica Francisca Otaciano Domingos de Souza, 25, que viajava na garupa da moto, sofreu traumatismo craniano e morreu no local. Segundo equipe do hospital municipal, o condutor não corre risco de morte.
O professor Fábio Aarão, do Instituto de Física da Universidade Federal Fluminense (UFF), explica as formas de como um acidente entre veículo e animal pode se dar. Segundo o professor, há duas possibilidades, em caso de carro, que é mais comum: o animal ser arremessado para frente ou ficar grudado na parte dianteira do veículo.
Fábio detalha que, geralmente, a colisão entre um carro e um jumento acerta o animal à altura das patas. O impacto faz com que o bicho seja levantado, em forma de rotação. Em seguida, como o veículo continua em movimento, o animal pode colidir contra a parte da frente, como o para-brisa, ou passar por cima do teto. As consequências do acidente, a rigor, são imprevisíveis.
Segundo a Polícia, o condutor da moto, de 50 anos, não conseguiu evitar o choque, depois que um jumento invadiu o trecho da pista da CE-060, a dois quilômetros da sede do município. A doméstica Francisca Otaciano Domingos de Souza, 25, que viajava na garupa da moto, sofreu traumatismo craniano e morreu no local. Segundo equipe do hospital municipal, o condutor não corre risco de morte.
O professor Fábio Aarão, do Instituto de Física da Universidade Federal Fluminense (UFF), explica as formas de como um acidente entre veículo e animal pode se dar. Segundo o professor, há duas possibilidades, em caso de carro, que é mais comum: o animal ser arremessado para frente ou ficar grudado na parte dianteira do veículo.
Fábio detalha que, geralmente, a colisão entre um carro e um jumento acerta o animal à altura das patas. O impacto faz com que o bicho seja levantado, em forma de rotação. Em seguida, como o veículo continua em movimento, o animal pode colidir contra a parte da frente, como o para-brisa, ou passar por cima do teto. As consequências do acidente, a rigor, são imprevisíveis.
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